Assessores - Dúvidas frequentes



Quem é o assessor ad hoc?
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É o especialista convidado pela FAPESP para analisar e emitir parecer sobre cada uma das 15 mil propostas recebidas anualmente pela Fundação. Tais propostas incluem pedidos de Bolsa de Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado, bem como solicitações de Auxílio à Pesquisa, que envolvem reuniões científicas ou a vinda de pesquisadores de fora do país, por exemplo. 
 

O que faz o assessor ad hoc? (índice | página inicial)

Analisa e emite o parecer que vai informar a Coordenação de Área e a Diretoria Científica durante o processo decisório. Isso significa que o parecer do assessor deve propiciar à coordenação, em primeira instância, e à diretoria, ao final, a formação de opinião consistente sobre a adequação, ou não, da concessão do apoio solicitado. Pesquisador atuante em sua área de especialização, no Brasil ou no exterior, o assessor ad hoc recebe a proposta que terá de analisar acompanhada de um formulário com questões a orientá-lo na realização dessa tarefa, além de um rol de instruções de procedimento. 
 

O que a FAPESP espera dos assessores? (índice | página inicial)

A Fundação espera que elaborem pareceres objetivos, ainda que circunstanciados, sobre as características da proposta em análise. Ou seja, espera que avaliem não apenas a qualidade e a originalidade do projeto encaminhado, mas também o impacto na área de conhecimento em que se insere, a qualificação da equipe envolvida na tarefa e a adequação do orçamento apresentado. A FAPESP não espera que o assessor diga se a instituição deve ou não contratar a proposta submetida. Essa é uma decisão que compete exclusivamente à própria Fundação.
 

Os assessores têm algum tipo de obrigação em relação à FAPESP? (índice | página inicial)

Sim. Todo pesquisador que recebe apoio da FAPESP se compromete a emitir pareceres solicitados pela Fundação. Há também o compromisso de sigilo recíproco. Assim como a Fundação mantém sob rigoroso sigilo a identidade do assessor, também o assessor se compromete a jamais revelar sua função nos processos que analisa. Além disso, para preservar o alto grau de credibilidade de seus procedimentos de análise e evitar constrangimentos aos assessores científicos, a FAPESP solicita que, antes de iniciar a avaliação de qualquer processo, o assessor considere eventual possibilidade de conflito de interesse.
 

Que situações configuram potencial conflito de interesse? (índice | página inicial)

Para a FAPESP, qualquer relação com o solicitante, que impeça a elaboração de um parecer isento, configura potencial conflito de interesse. As situações mais frequentes são a participação, atual ou anterior, no projeto em análise; a colaboração regular, em atividades de pesquisa ou publicações, com um dos pesquisadores solicitantes; o interesse comercial na pesquisa proposta e a relação familiar com um dos proponentes. Naturalmente, o assessor ad hoc não pode ter sido orientador, tampouco ter sido orientado pelo autor da proposta. Em todos esses casos, cabe ao assessor devolver imediatamente o processo à FAPESP. Em situações de dúvida, o assessor pode consultar a Diretoria Científica da Fundação.
 

Quanto tempo cada assessor dispõe para emitir seu parecer? (índice | página inicial )

Isso depende da solicitação em análise. Propostas com data de início bem definida, como as que envolvem, por exemplo, auxílio para participação ou organização de reunião científica, devem ser devolvidas em três semanas. As demais, em quatro semanas. O que equivale a dizer que nenhuma proposta deve ficar mais de 30 dias com o assessor. Em casos excepcionais e justificados, não sendo possível cumprir o prazo limite especificado nos procedimentos de cada processo, cabe ao assessor sua imediata devolução, ainda que sem o parecer correspondente. Vale lembrar que atrasos no envio de parecer podem acarretar interrupção da liberação de recursos em processos sob a responsabilidade do assessor.

 

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