Manual impresso em 24/8/2019 às 08:51:01

Página original: http://www.fapesp.br/4861

INCT sobre Comportamento, Cognição e Ensino

Sede

Universidade Federal de São Carlos
Departamento de Psicologia
Laboratório de Estudos do Comportamento Humano
Via Washington Luiz, Km 235
13.565-905 - São Carlos - SP

Profª Deisy das Graças de Souza
E-mail:  ddgs@ufscar.br

Telefones: (16): 3351-8492 / 3351-8459 / 3351-8475


Localidades onde o Instituto estará presente

Brasil

Alagoas

Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas

Distrito Federal

Universidade de Brasília

Minas Gerais

Universidade Federal de Minas Gerais

São Paulo

Universidade Federal de São Carlos
Universidade de São Paulo
Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho

Pará

Universidade Federal do Pará

EUA

Massachusetts

University Of Massachusetts Medical School

Distribuição das instituições participantes assinalada em um Mapa:


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Estrutura do Instituto

Estrutura do Instituto


Figura 1: Estrutura do Instituto de Estudos sobre Comportamento, Cognição e Ensino (ECCE): Universidades dos Laboratórios Participantes (ver Tabela 1 para as siglas das Universidades)


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Coordenação

Tabela 1: Coordenação Geral  e Coordenadores Locais nas Universidades Participantes do Instituto

Coordenadora:  Deisy das Graças de Souza (UFSCar)

Vice-Coordenador: Olavo de Faria Galvão (UFPA)

Coordenações locais

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Júlio César de Rose

Universidade Federal de Brasilia (UNB)

Elenice Seixas Hanna

Universidade Federal do Pará (UFPA)

Romariz Silva Barros

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Thais Porlan D'Oliveira

Universidade de São Paulo (USP)

Gerson Yukio Tomanari

Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Ana Claudia Almeida-Verdu

Universidade Estadual De Ciências Da Saúde De Alagoas (UNCISAL)

Heloisa Helena Motta Bandini

University of Massachusetts Medical School (UMMS)

William Jay McIlvane

Tabela 2: Membros dos Comitês de Coordenação do Programa Científico do Instituto

Ciência Básica

Ciência Translacional

Ciência Aplicada

Olavo F. Galvão (UFPA)

William V. Dube (UMMS)

Gerson Y. Tomanari (USP)

Romariz S. Barros (UFPA)

Julio C. de Rose (UFSCar)

William J. McIlvane (UMMS)

Carlos B. Souza (UFPA)

Jorge M. Castro (UNB)

Deisy G. de Souza (UFSCar)

Richard W. Serna (UMMS)

Martha C. Hubner (USP)

Elenice S. Hanna (UNB)

Figura 2: Conselho Executivo do ECCE e Grupos de Supervisores


Pesquisadores participantes

Universidade Federal de São Carlos - UFSCar

Julio César C. de Rose - Coordenador local

Camila Domeniconi

Deisy das Graças de Souza  (Coordenadora)

João dos Santos Carmo

Maria Stella Coutinho de Alcântara Gil

Patrícia Waltz Schellini

Universidade de São Paulo - USP

Instituto de Psicologia

Gerson A. Y. Tomanari - Coordenador local

Maria Martha da Costa Hübner

Paula Debert

Hospital de Reabilitação de Anomalias Crânio-Faciais (HRAC)

Maria Cecília Bevilacqua

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP

Campus de Bauru

Ana Claudia Almeida Verdu - Coordenadora local

Campus de Marilia

Célia Maria Giacheti

Cristiana Ferrari

Universidade de Brasília -  UNB

Elenice Seixas Hanna - Coordenadora local

Jorge Mendes de Oliveira Castro Neto

Universidade Federal do Pará -  UFPA

Romariz da Silva Barros - Coordenador local

Ana Leda de Faria Brino

Carlos Barbosa Alves de Souza 

Dionne Cavalcante Monteiro

Manoel Ribeiro Filho

Olavo de Faria Galvão  (Vice-Coordenador)

Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Thais Porlan de Oliveira - Coordenadora local

Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL

Heloisa Helena Motta Bandini - Coordenadora local

Carmen Silvia Motta Bandini  (CNPq- DCR)

University of Massachusetts Medical School (EUA)

Shriver Center for Mental Retardation [1]

Leo H. Buchanan

Richard Serna

William V. Dube

William J. McIlvane - Coordenador local

[1] Com a colaboração também de S. Allen Counter (Harvard Medical School e Shriver Center) e M. Christopher Newland (Auburn University)


Informações adicionais

1. Sobre a organização da pesquisa:

O programa de pesquisas do Instituto intitula-se Aprendizagem relacional e funcionamento simbólico: Pesquisa Básica e Aplicada
A estrutura do programa de pesquisa e desenvolvimento profissional seguirá práticas bem estabelecidas nas áreas de pesquisa biomédica, bio-comportamental e comportamental,  com três componentes principais:

(1) Um componente de Ciência Básica, encarregado do desenvolvimento de novos conhecimentos e novas metodologias relevantes para a compreensão e potencial prevenção ou melhoria de déficits de função simbólica. Alvos do componente de Ciência Básica incluirão:

(a) investigações das condições necessárias e suficientes para o desenvolvimento do funcionamento simbólico, seus componentes e seus precursores;

(b) investigações de processos atencionais (e.g., comportamento de observação) que sejam necessários para o desenvolvimento de funcionamento simbólico;

(c) Desenvolvimento adicional e refinamento de modelos animais que possam informar a análise dos determinantes do comportamento simbólico e o desenvolvimento de procedimentos remediativos para indivíduos com déficits no funcionamento simbólico.

(2) Um componente de Ciência Translacional encarregado da validação efetiva de novos princípios e/ou novos procedimentos derivados dos estudos básicos em estudos clínico/educacionais iniciais, em condições quase-controladas.

(3) Um componente de Ciência Aplicada encarregado do desenvolvimento de soluções exeqüíveis e efetivas em termos de custo/benefício para os desafios da ampla disseminação de procedimentos educacionais e terapêuticos  baseados em evidência científica de sua efetividade para ambientes típicos de serviço (e.g., escolas, hospitais, clínicas, etc.).

A implementação do programa de pesquisas se sustenta fortemente na investigação de natureza experimental, complementada por metodologia observacional.

Pesquisas em modelos de laboratório do processamento simbólico com animais visam levantar as bases de conhecimento sem submeter pessoas a procedimentos exploratórios de efeitos ainda por serem verificados, para posteriormente serem transpostas para condições humanas em que se pretende compreender ou desenvolver processos simbólicos. Pesquisas com pessoas portadoras de deficiências podem também se constituir em modelos experimentais para transpor os conhecimentos obtidos com os modelos animais a problemas humanos. A coleta sistemática de dados nas experiências de desenvolvimento tecnológico com pessoas em situação de risco, como crianças com fracasso escolar, é também uma alternativa usada pelo grupo para aperfeiçoar a compreensão sobre os efeitos da intervenção direta, com avaliação de processos micro, no nível da interação em tempo real do organismo com seu ambiente imediato, e processos macro, com medidas da eficácia e da eficiência de procedimentos de remediação (por exemplo, na aprendizagem da leitura e escrita).


Fotos

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