Manual impresso em 16/5/2012 às 21:47:09
Página original: http://www.fapesp.br/4861
Universidade Federal de São Carlos
Departamento de Psicologia
Laboratório de Estudos do Comportamento Humano
Via Washington Luiz, Km 235
13.565-905 - São Carlos - SP
Profª Deisy das Graças de Souza
E-mail: ddgs@ufscar.br
Telefones: (16): 3351-8492 / 3351-8459 / 3351-8475
Brasil
AlagoasUniversidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
Distrito Federal
Universidade de BrasíliaMinas Gerais
Universidade Federal de Minas GeraisSão Paulo
Universidade Federal de São CarlosUniversidade de São PauloUniversidade Estadual Paulista Julio de Mesquita FilhoPará
Universidade Federal do Pará
EUA
Massachusetts
University Of Massachusetts Medical School
Distribuição das instituições participantes assinalada em um Mapa:
Estrutura do Instituto

Figura 1: Estrutura do Instituto de Estudos sobre Comportamento, Cognição e Ensino (ECCE): Universidades dos Laboratórios Participantes (ver Tabela 1 para as siglas das Universidades)
Tabela 1: Coordenação Geral e Coordenadores Locais nas Universidades Participantes do Instituto
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Coordenadora: Deisy das Graças de Souza (UFSCar) |
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Vice-Coordenador: Olavo de Faria Galvão (UFPA) |
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Coordenações locais |
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Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) |
Júlio César de Rose |
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Universidade Federal de Brasilia (UNB) |
Elenice Seixas Hanna |
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Universidade Federal do Pará (UFPA) |
Romariz Silva Barros |
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Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
Thais Porlan D'Oliveira |
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Universidade de São Paulo (USP) |
Gerson Yukio Tomanari |
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Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
Ana Claudia Almeida-Verdu |
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Universidade Estadual De Ciências Da Saúde De Alagoas (UNCISAL) |
Heloisa Helena Motta Bandini |
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University of Massachusetts Medical School (UMMS) |
William Jay McIlvane |
Tabela 2: Membros dos Comitês de Coordenação do Programa Científico do Instituto
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Ciência Básica |
Ciência Translacional |
Ciência Aplicada |
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Olavo F. Galvão (UFPA) William V. Dube (UMMS) Gerson Y. Tomanari (USP) Romariz S. Barros (UFPA) |
Julio C. de Rose (UFSCar) William J. McIlvane (UMMS) Carlos B. Souza (UFPA) Jorge M. Castro (UNB) |
Deisy G. de Souza (UFSCar) Richard W. Serna (UMMS) Martha C. Hubner (USP) Elenice S. Hanna (UNB) |

Figura 2: Conselho Executivo do ECCE e Grupos de Supervisores
Universidade Federal de São Carlos - UFSCar
Julio César C. de Rose - Coordenador local
Camila Domeniconi
Deisy das Graças de Souza (Coordenadora)
João dos Santos Carmo
Maria Stella Coutinho de Alcântara Gil
Patrícia Waltz Schellini
Universidade de São Paulo - USP
Instituto de Psicologia
Gerson A. Y. Tomanari - Coordenador local
Maria Martha da Costa Hübner
Paula Debert
Hospital de Reabilitação de Anomalias Crânio-Faciais (HRAC)
Maria Cecília Bevilacqua
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP
Campus de Bauru
Ana Claudia Almeida Verdu - Coordenadora local
Campus de Marilia
Célia Maria Giacheti
Cristiana Ferrari
Universidade de Brasília - UNB
Elenice Seixas Hanna - Coordenadora local
Jorge Mendes de Oliveira Castro Neto
Universidade Federal do Pará - UFPA
Romariz da Silva Barros - Coordenador local
Ana Leda de Faria Brino
Carlos Barbosa Alves de Souza
Dionne Cavalcante Monteiro
Manoel Ribeiro Filho
Olavo de Faria Galvão (Vice-Coordenador)
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Thais Porlan de Oliveira - Coordenadora local
Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas - UNCISAL
Heloisa Helena Motta Bandini - Coordenadora local
Carmen Silvia Motta Bandini (CNPq- DCR)
University of Massachusetts Medical School (EUA)
Shriver Center for Mental Retardation [1]
Leo H. Buchanan
Richard Serna
William V. Dube
William J. McIlvane - Coordenador local
[1] Com a colaboração também de S. Allen Counter (Harvard Medical School e Shriver Center) e M. Christopher Newland (Auburn University)
1. Sobre a organização da pesquisa:
O programa de pesquisas do Instituto intitula-se Aprendizagem relacional e funcionamento simbólico: Pesquisa Básica e Aplicada
A estrutura do programa de pesquisa e desenvolvimento profissional seguirá práticas bem estabelecidas nas áreas de pesquisa biomédica, bio-comportamental e comportamental, com três componentes principais:
(1) Um componente de Ciência Básica, encarregado do desenvolvimento de novos conhecimentos e novas metodologias relevantes para a compreensão e potencial prevenção ou melhoria de déficits de função simbólica. Alvos do componente de Ciência Básica incluirão:
(a) investigações das condições necessárias e suficientes para o desenvolvimento do funcionamento simbólico, seus componentes e seus precursores;
(b) investigações de processos atencionais (e.g., comportamento de observação) que sejam necessários para o desenvolvimento de funcionamento simbólico;
(c) Desenvolvimento adicional e refinamento de modelos animais que possam informar a análise dos determinantes do comportamento simbólico e o desenvolvimento de procedimentos remediativos para indivíduos com déficits no funcionamento simbólico.
(2) Um componente de Ciência Translacional encarregado da validação efetiva de novos princípios e/ou novos procedimentos derivados dos estudos básicos em estudos clínico/educacionais iniciais, em condições quase-controladas.
(3) Um componente de Ciência Aplicada encarregado do desenvolvimento de soluções exeqüíveis e efetivas em termos de custo/benefício para os desafios da ampla disseminação de procedimentos educacionais e terapêuticos baseados em evidência científica de sua efetividade para ambientes típicos de serviço (e.g., escolas, hospitais, clínicas, etc.).
A implementação do programa de pesquisas se sustenta fortemente na investigação de natureza experimental, complementada por metodologia observacional.
Pesquisas em modelos de laboratório do processamento simbólico com animais visam levantar as bases de conhecimento sem submeter pessoas a procedimentos exploratórios de efeitos ainda por serem verificados, para posteriormente serem transpostas para condições humanas em que se pretende compreender ou desenvolver processos simbólicos. Pesquisas com pessoas portadoras de deficiências podem também se constituir em modelos experimentais para transpor os conhecimentos obtidos com os modelos animais a problemas humanos. A coleta sistemática de dados nas experiências de desenvolvimento tecnológico com pessoas em situação de risco, como crianças com fracasso escolar, é também uma alternativa usada pelo grupo para aperfeiçoar a compreensão sobre os efeitos da intervenção direta, com avaliação de processos micro, no nível da interação em tempo real do organismo com seu ambiente imediato, e processos macro, com medidas da eficácia e da eficiência de procedimentos de remediação (por exemplo, na aprendizagem da leitura e escrita).
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