VGDN

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Lançada no último mês do ano 2000, como decorrência do Programa Genoma FAPESP, a Rede de Diversidade Genética de Vírus, ou VGDN (sigla para Viral Genetic Diversity Network), recebeu 35 inscrições e selecionou, ao longo de 2001, os 18 laboratórios que passaram a integrá-la.

Eles deverão estudar, em quatro anos, as variedades genéticas de quatro vírus: o HIV-1, tipo de vírus da Aids mais comum no Brasil; o HCV, agente causador da hepatite C; o Hantavirus, que provoca uma misteriosa síndrome pulmonar; e o VRS (vírus respiratório sincicial), responsável por infecções no trato respiratório, especialmente de crianças.

Os 18 laboratórios selecionados foram divididos em três níveis, de acordo com o grau de competência e condições de segurança: 12 instituições foram classificadas como L1, aptas a trabalhar com o HIV e o HCV; 5 foram classificadas como L2, podendo trabalhar com HIV, HCV e VRS; e um laboratório foi classificado como L3, podendo trabalhar com os quatros tipos de vírus.

Participam laboratórios das seguintes instituições: Faculdade de Medicina da USP; Secretaria de Estado da Saúde; Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp de Araçatuba; Universidade Mogi das Cruzes; Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP; Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu; Instituto Butantan; Universidade Federal de São Paulo; Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP; Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu; Instituto Adolfo Lutz e Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas da Unesp de São José do Rio Preto.


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