FAPESP-Koppert - Centro de Pesquisa em Engenharia - CPE

Chamada de Propostas de Pesquisa 2017

Errata: A FAPESP e a Koppert reservaro um total de R$ 2 milhes por ano para a implementao do Centro.

Contedo


1. Introduo(volta ao ndice)

Um dos desafios atuais para o progresso do conhecimento a complexidade dos problemas abordados, o que exige, em muitos casos, prazos mais extensos do que os 2 a 5 anos de financiamento oferecidos tradicionalmente pela FAPESP em Auxlios Pesquisa Regulares ou em Projetos Temticos. Financiamento de longo prazo e, em muitos casos, abordagens interdisciplinares, permitem o tratamento bem sucedido de problemas complexos.

Ao mesmo tempo em que lidar com esses desafios requer abordagens ousadas, muitas vezes a identificao dos problemas requer a associao com empresas ou entidades do governo que esto diretamente ligados ao mercado da sociedade.

Com esta Chamada, a FAPESP adapta seus bem-sucedidos Programa Especial CEPID (Centros de Pesquisa, Inovao e Difuso) e o Parceria para Inovao Tecnolgica (PITE), para permitir o financiamento de um Centro por um parceiro empresarial que est extremamente motivado para usar os resultados obtidos com a pesquisa.

A caracterstica mais importante de um Centro de Pesquisa em Engenharia - CPE sua multiplicidade de misses. Na base de suas atividades, um CPE tem a misso principal de estabelecer um centro de pesquisa de classe mundial durante sua existncia. Adicionalmente misso principal do centro de desenvolver pesquisa aplicada de classe mundial, focada em temas e objetivos especficos, ativamente buscando oportunidade para contribuir para a inovao, o CPE deve desenvolver meios efetivos de transferncia de tecnologia, educao e disseminao do conhecimento.

O complexo conjunto de atividades nesses Centros requer financiamento de longo prazo e autonomia no uso de recursos. Esta exigncia torna imperativo uma forte conexo institucional com o parceiro cofinanciador e meios adequados para um rigoroso acompanhamento de suas atividades.

2. O CPE(volta ao ndice)

A FAPESP e a Koppert propem-se a fomentar a criao de um CPE, para o desenvolvimento de pesquisa internacionalmente competitiva, na rea de controle biolgico de pragas, e que contribuam para os seguintes objetivos:

a) Pesquisa de classe internacional na fronteira do conhecimento, fundamental ou orientada para aplicaes, em ambos os casos buscando explorar ativamente as oportunidades de contribuir para o impacto social e para a inovao;

b) Transferncia de conhecimento para a Empresa e a sociedade, incluindo-se a o setor empresarial e/ou setor no-governamental e/ou setor pblico;

c) Interao com o sistema educacional, especialmente nos nveis fundamental e mdio, por exemplo, usando o Programa FAPESP de Pesquisa com Ensino Pblico.

A premissa que fundamenta e orienta um CPE a realizao de pesquisa competitiva internacionalmente segundo os melhores referenciais mundiais de excelncia. Desta atividade de pesquisa derivam os demais objetivos acima listados.

Fator determinante para o sucesso de um Centro a existncia de uma equipe com composio balanceada entre Pesquisadores Principais, Pesquisadores Associados, Pesquisadores Visitantes, Ps-doutores, estudantes de ps-graduao e de graduao e pessoal tcnico de apoio, apoiada por servios administrativos e de gesto de excelente qualidade.

Alm da excelncia em classe mundial, a existncia de um CPE deve ser justificada por todas e cada uma das seguintes razes:

a) A complexidade dos problemas a ser pesquisados que, em muitos casos (mas talvez no em todos), pode requerer uma abordagem multidisciplinar;

b) A escala e a durao das atividades de pesquisa a serem realizadas;

c) A necessidade de interao contnua entre os membros da equipe para a consecuo dos objetivos cientficos ou tecnolgicos, de transferncia de conhecimento e de difuso.

As dimenses, a estrutura e forma de operao do Centro devero ser determinadas em funo das atividades de pesquisa, difuso e transferncia de conhecimento a serem executadas. Em particular, o Centro dever ser operado por uma Instituio Sede. A associao com outras instituies do Estado de So Paulo ser considerada como fator de valorizao da proposta e, em alguns casos, poder ser essencial para fazer a proposta mais robusta.

A exigncia de um foco cientfico/tecnolgico comum, articulador das atividades de pesquisa a serem desenvolvidas, mandatria. No se trata de um programa para apoio institucional e, por isso, divises, departamentos, unidades e instituies de pesquisa no sero apoiados enquanto tais. O financiamento das atividades do Centro ser por longo prazo, por 5 anos, com possibilidade de prorrogao at 10 anos, a partir do quarto ano, com avaliaes, e suas eventuais consequncias, ao longo deste perodo. Os recursos alocados podero ser utilizados com grande grau de autonomia; em contrapartida, a FAPESP e a Koppert observaro um acompanhamento permanente, com avaliaes peridicas das atividades do Centro.

O Centro deve ser dirigido por um Comit Executivo (CE), composto pelo Diretor (Pesquisador Responsvel pela proposta perante a FAPESP), Vice-Diretor, pelo Coordenador de Educao e Difuso de Conhecimento e pelo Coordenador de Transferncia de Tecnologia. O CE deve ser auxiliado por gestores, profissionais a serem admitidos pela Instituio Sede que devem realizar e supervisionar todas as tarefas de gesto e administrativas necessrias ao funcionamento do Centro.

2.1 Temas de Interesse do Centro(volta ao ndice)

1) Desenvolvimento de processos de produo e automao em larga escala de agentes de controle biolgico com nfase em controle de percevejos e complexo Spodoptera.

2) Desenvolvimento de modelos de previso e sistemas de monitoramento remoto com nfase ao manejo integrado de pragas (MIP). (semioqumicos, armadilhas, softwares, entre outros).

3) Desenvolvimento de novas formulaes de microrganismos visando o controle de pragas e doenas, com nfase em tratamento de sementes visando a extenso da permanncia em prateleira “shelf-life”. Espera-se que sejam considerados novos agentes de origem bacteriana e fngica, bem como metablitos secundrios oriundos de processos de fermentao naturais.

4) Prospeco de novos organismos oriundos da biodiversidade brasileira como agentes para controle biolgico enfocando pragas e doenas foliares, com nfase ferrugem asitica da soja.

2.2 Participao dos cientistas e engenheiros da Koppert(volta ao ndice)

A participao da Koppert, e/ou cientistas ou tcnicos por ela indicados, nas atividades do Centro ser discutida pela FAPESP com o proponente selecionado nesta chamada aps o processo de seleo. Esta participao incluir um cientista indicado pela Koppert, que ter prerrogativas de um pesquisador visitante na Instituio Sede e que atuar como vice-diretor do centro. Esta providncia permite:

a) assegurar que grupos do Estado de So Paulo concorram em igualdade de condies;

b) garantir uma grande interao entre o centro e a Koppert.

2.3 Conselho Consultivo Internacional(volta ao ndice)

O Centro deve estabelecer um Conselho Consultivo Internacional (CCI) composto por destacados cientistas no campo do foco do Centro. O CCI deve contar com, pelo menos, dois cientistas estrangeiros ativos na fronteira do conhecimento nas suas reas de competncia. A FAPESP espera do CCI a funo principal de acompanhar o funcionamento do Centro e orientar a equipe quanto a oportunidades e pesquisa, direes novas a tomar e aumento da competitividade internacional da cincia criada pelo Centro.

Alm disso, o Projeto submetido dever incluir uma proposta sobre a forma de organizao acadmica e gesto do Centro que demonstre inequivocamente a possibilidade de se atingir os objetivos estabelecidos.

2.4 Financiamento Adicional(volta ao ndice)

Espera-se que o Centro selecionado, alm do financiamento da FAPESP e da Koppert busque outras fontes para o financiamento do Centro. O financiamento adicional sempre deve ser aprovado previamente pela FAPESP e pela Koppert.

3. Definies(volta ao ndice)

a) Pesquisador Responsvel (PR): o pesquisador que assume a responsabilidade pela preparao, submisso da proposta e pela coordenao cientfica e administrativa do Projeto caso seja aprovado pela FAPESP. O pesquisador responsvel dever ser selecionado de comum acordo entre a instituio sede e outras instituies participantes.

a.1) O Pesquisador Responsvel sempre um dos Pesquisadores Principais do projeto.

a.2) Num CPE, o Pesquisador Responsvel o Diretor do Centro.

b) Pesquisador Principal (PP): os pesquisadores da equipe, designados pelo Pesquisador Responsvel e aprovados pela FAPESP, com excelente histrico de pesquisa e cuja participao seja bem especificada no Projeto de Pesquisa submetido e essencial para o desenvolvimento deste. Os PP’s podem fazer jus a Benefcios Complementares nos Auxlios aprovados.

b.1) No CPE, pode haver mais de um Pesquisador Principal alm do Pesquisador Responsvel, desde que aprovados pela FAPESP.

c) Pesquisador Associado (PA): os pesquisadores da equipe, designados pelo Pesquisador Responsvel e aprovados pela FAPESP, que assumem a responsabilidade de contribuir para partes bem definidas do Projeto de Pesquisa submetido.

d) Instituio Sede: a instituio sede que receber o Projeto, sendo a Instituio de vnculo do Pesquisador Responsvel. A Instituio Sede deve assumir compromissos com a guarda e acesso de materiais e equipamentos e com apoio institucional ao projeto de pesquisa.

3.1 Requisitos do Pesquisador Responsvel e dos Pesquisadores Principais(volta ao ndice)

a) Ter ttulo de doutor ou qualificao equivalente.

b) Ter vnculo empregatcio com instituio de pesquisa no Estado de So Paulo.

b.1) A FAPESP poder aceitar, em determinadas condies, vnculos que no sejam empregatcios, mas comprovem solidez na dedicao acadmica Instituio de Pesquisa do Estado de So Paulo. Nesses casos, antes da submisso da proposta, deve ser apresentada consulta Diretoria Cientfica da FAPESP, pelo canal “Converse com a FAPESP” informando:

b.1.i. a natureza do vnculo institucional;

b.1.ii. quantidade de horas semanais de dedicao pesquisa implicadas no vnculo;

b.1.iii. a fonte de recursos para o pagamento;

b.1.iv. durao do referido vnculo.

b.2) Professores aposentados, com vnculo com a USP, UNICAMP e UNESP, devem apresentar documento comprobatrio do tipo de vnculo. Ter expressiva produo cientfica ou tecnolgica e liderana demonstrada em projetos de pesquisa de grande porte e ousadia.

c) Ter experincia e competncia comprovadas na rea em que se insere o Projeto, demonstrada por:

c.1) Qualidade, regularidade e impacto de sua produo cientfica e tecnolgica.

c.2) Formao de pesquisadores no nvel da ps-graduao e ps-doutorado.

c.3) Experincia no intercmbio cientfico e execuo de projetos de pesquisa em colaborao com pesquisadores de instituies no Brasil e em outros pases.

c.4) Capacidade de formar grupos de pesquisa com resultados reconhecidos na comunidade da rea.

4. Condies necessrias para a criao do Centro(volta ao ndice)

As condies mnimas essenciais para justificar um Centro so:

a) Plano de Pesquisa: a proposta para um CPE deve ter como ncleo um plano de pesquisa ousado, original e fortemente competitivo nacional e internacionalmente.

b) Instituio Sede: o CPE dever estar sediado em uma ou mais instituies de ensino superior e pesquisa ou instituies de pesquisa, pblicas ou particulares sem fins lucrativos, no Estado de So Paulo, nas reas de atividade do plano de pesquisa proposto para o centro e que se comprometam a assegurar sua completa viabilidade. A associao de instituies recomendada e pode fazer a proposta mais robusta.

c) Este compromisso formal da Instituio Sede dever incluir, necessariamente:

c.1) A descrio detalhada da contrapartida institucional bem como os cronogramas de desembolso e/ou contratao de pessoal. Nesse documento oficial, devem ser detalhadas as contrapartidas referentes a:

c.1.i. Espao fsico e infraestrutura: a rea fsica destinada ao Centro deve propiciar, alm do perfeito funcionamento das atividades de pesquisa, inovao e difuso, a interao permanente entre seus pesquisadores. Quando essa no existir completamente, devero constar da proposta o compromisso e o cronograma de construo.

c.1.ii. Pessoal destinado perfeita administrao e gesto do Projeto.

c.1.iii. Pessoal tcnico de apoio.

c.2. As instituies envolvidas no CPE devero preparar um nico documento com todos os compromissos institucionais, assinado pelos dirigentes mximos de cada uma.

d) Diretor do Centro e Equipe: as experincias dos CPEs e de centros anlogos em outros pases demonstram que o sucesso da implantao dos Centros depende criticamente da adequada escolha do seu Diretor e da Equipe de Pesquisadores.

d.1) O Diretor do Centro dever ser pesquisador com slido histrico de realizaes cientficas competitivas internacionalmente na rea de atuao do Centro, devendo tambm dispor de capacidade de liderana e capacidade gerencial para o desenvolvimento de projetos de grande porte.

d.2) A Equipe de Pesquisadores dever destacar-se pela excelncia. Todos os Pesquisadores da Equipe devero ser pesquisadores com produo cientfica de impacto internacional e com demonstrada competncia para pesquisa cooperativa na temtica do Centro. Espera-se que a Equipe inclua alguns jovens pesquisadores com demonstrado potencial para a pesquisa. A composio da Equipe dever refletir a multidisciplinaridade do Projeto de Pesquisa.

d.2.i. A Proposta para o Centro poder vir acompanhada de solicitaes de Auxlio Pesquisa – Jovem Pesquisador preparadas dentro das normas da FAPESP para a modalidade e que sero analisadas em conjunto com a Proposta para o Centro.

d.3) Pode haver Pesquisadores de outros pases ou de outros Estados brasileiros participando da Equipe, desde que tenham excelncia demonstrada em pesquisa. Neste caso, o oramento proposto pode prever recursos para o deslocamento daqueles at a Instituio Sede e sua manuteno, nos moldes das normas do Auxlio Pesquisador Visitante da FAPESP.

e) O Centro dever ter um Coordenador de Educao e Difuso de Conhecimento e um Coordenador de Transferncia de Tecnologia (para empresas e/ou para o setor pblico e/ou para o terceiro setor).

e.1) O Coordenador de Educao e Difuso de Conhecimento deve ter experincia no desenvolvimento de projetos nesta rea e ser auxiliado por um Gestor de Educao e Difuso de Conhecimento, que dever ser contratado pela Instituio Sede.

e.2) O Coordenador de Transferncia de Tecnologia deve ser um pesquisador com experincia em Gesto de Tecnologia e ser auxiliado por um Gestor de Transferncia de Tecnologia, que dever ser contratado pela Instituio Sede.

f) Os Pesquisadores da Equipe devero dedicar-se prioritariamente s atividades do Centro.

f.1) Dos Pesquisadores Principais, espera-se dedicao de pelo menos 20 horas semanais.

f.2) Outros membros da Equipe podem ter dedicao menor, justificada e compatvel com suas funes no projeto.

g) Convnios, projetos ou colaboraes, estabelecidos ou em negociao, com Centros, Departamentos e/ou Institutos de pesquisa estrangeiros de padro internacionalmente reconhecido com foco na rea do Centro constituem uma condio no excludente que pode fazer a proposta mais competitiva. O Centro selecionado, quando no contam com estas colaboraes, devero estabelec-las nos primeiros dois anos de operao do Centro, observada as disposies de propriedade intelectual do convnio a ser firmado entre a Instituio Sede, a FAPESP e a Koppert.

5. O apoio oferecido pela FAPESP e pela KOPPERT(volta ao ndice)

a) Para o Centro selecionado, o financiamento ser inicialmente concedido para um perodo de 5 anos (ou menos), podendo ser renovado, por deciso do Comit Gestor da Cooperao FAPESP-Koppert, no mximo, por at 10 anos. Em qualquer hiptese, decorrido dez anos, a FAPESP e a Koppert no tero nenhum compromisso com a manuteno do Centro.

b) No se espera que o financiamento da FAPESP e da Koppert seja o nico e exclusivo apoio do Centro – devem ser documentados no Projeto o oramento total necessrio para a operao do Centro e suas fontes, incluindo-se a FAPESP e a Koppert, que contribuiro para cada item.

c) Ser considerada como fator que valoriza a Proposta no processo de seleo a existncia de financiamento de outras fontes alm da FAPESP, da Koppert e da Instituio Sede, desde que as condies de propriedade intelectual e os objetivos sejam condizentes com a misso do Centro, definida no Projeto analisado pela FAPESP em conjunto com a Koppert.

d) O financiamento da FAPESP e da Koppert pode ser complementado por outras fontes de financiamento desde que aprovadas previamente pelo Comit Gestor da Cooperao FAPESP-Koppert.

e) O apoio da FAPESP e da Koppert ao Centro no deve superar R$ 2 milhes por ano, includo neste total o valor da Proviso para Importao, Benefcios Complementares, Reserva Tcnica para Infraestrutura Institucional de Pesquisa, Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto (v. seo 2.2 do Anexo I), das Reservas Tcnicas das bolsas concedidas. O pesquisador deve prever no valor total solicitado a Koppert todos os custos indiretos do projeto, tais como custos para a importao de materiais, taxas da universidade e de eventuais instituies de apoio, ficando limitado, para este ltimo ao valor de no mximo 5% do valor solicitado a Koppert.

5.1 Itens financiveis com recursos solicitados FAPESP(volta ao ndice)

A lei probe FAPESP o apoio a atividades administrativas. Por esta razo, o apoio a todas as atividades administrativas como contrapartida institucional ser essencial para viabilizar a criao de um Centro.

Os itens financiveis com recursos solicitados FAPESP so: bolsas (iniciao cientfica, capacitao tcnica, ensino pblico, jornalismo cientfico, mestrado, doutorado, ps-doutorado), organizao de reunies de trabalho, equipamentos de pesquisa, material de consumo, servios de terceiros, dirias, transporte, manuteno de visitantes. Podero ser financiadas obras civis de infraestrutura de pesquisa para a reforma ou adaptao de edificaes j existentes (desde que no haja aumento da rea construda) e que sejam essenciais para a adequada execuo do Projeto de Pesquisa. As normas para Itens Financiveis esto detalhadas no Anexo I.

5.2 Itens financiveis com recursos solicitados KOPPERT(volta ao ndice)

Os itens do oramento que podem ser cobertos com recursos da Koppert se limitam a:

a) Recursos para complementao salarial dos professores ou pesquisadores contratados pelas instituies de Ensino Superior e/ou de Pesquisa, participantes do Centro;

b) Recursos para a contratao, pelo prazo do projeto, de pesquisadores ou tcnicos de apoio necessrios aos trabalhos de pesquisa associados ao Centro;

c) Recursos aplicados em bens de capital ou equipamentos desde que estes fiquem sob a propriedade das Instituies de Ensino Superior e/ou de Pesquisa, pblicas ou privadas, localizadas no Estado de So Paulo, aps a concluso do projeto;

d) Recursos aplicados em bolsas de estudo para Iniciao Cientfica, Mestrado, Doutorado e Ps-Doutorado, com valores, no mnimo, iguais aos das Bolsas FAPESP para estas modalidades;

e) Recursos aplicados em custeio de materiais de consumo, viagens e servios de terceiros diretamente associados ao projeto;

f) Recursos aplicados na infraestrutura de pesquisa associada ao Centro;

g) As situaes especiais ou omissas sero analisadas especificamente, em cada caso, pelo Conselho Tcnico Administrativo da FAPESP.

5.3 Restries(volta ao ndice)

a) No poder haver complementao salarial de qualquer natureza com os recursos da FAPESP.

b) A lei tambm probe FAPESP apoiar atividades administrativas de qualquer natureza. Sabidamente, tais atividades so necessrias para o sucesso do Centro e devem ser totalmente garantidas pelas Instituies Sede, eventualmente com complemento de recursos de outras fontes que possam ser bem documentados.

c) No ser financivel com recursos da FAPESP a construo de novos prdios, nem de complementos ou anexos a prdios j existentes.

5.4 Apoio institucional exigido(volta ao ndice)

A lei probe FAPESP o apoio a atividades administrativas e o pagamento de salrios. Por esta razo, o apoio a todas as atividades administrativas (compras, gesto, secretaria e outras) e de pagamento de pessoal de apoio pesquisa como contrapartida institucional ser essencial para viabilizar a criao de um Centro. Assim sendo, a garantia de infraestrutura administrativa parte essencial da contrapartida institucional.

Alm disto, a Instituio Sede dever garantir:

a) Pessoal e servios para administrao e gesto, incluindo, no mnimo:

a.1) Um Gestor EXECUTIVO do Centro.

a.2) Um Gestor de TRANSFERNCIA DE TECNOLOGIA.

a.3) Um Gestor de EDUCAO E DIFUSO DO CONHECIMENTO.

a.4) Todo o pessoal tcnico necessrio para perfeito apoio pesquisa e demais atividades.

a.5) Plano de admisso de novos pesquisadores/professores: item no obrigatrio, mas que valoriza a proposta.

b) Instalaes e apoio tcnico total ao Centro.

c) Apoio administrativo para compras, agendamentos, prestaes de contas e todas as demais tarefas administrativas necessrias ao funcionamento bem sucedido de um Centro do porte que se pretende.

Toda a contrapartida institucional dever ser descrita e quantificada em dados fsicos e valores financeiros e econmicos: dotao, salrios de pesquisadores e pessoal de apoio, instalaes (planta da rea a ser ocupada pelo Centro), equipamentos e infraestrutura a que o Centro ter acesso (comunicao, rede computacional, oficinas de apoio, recursos administrativos), etc. A intensidade do apoio institucional considerado necessrio e qualificado pela FAPESP ser item importante da avaliao das propostas pela FAPESP.

5.5 Acompanhamento do Centro apoiado(volta ao ndice)

As atividades do Centro sero avaliadas anualmente por meio de Relatrios de Progresso. No final do segundo, quarto e stimo anos, sero realizadas avaliaes abrangentes que podero incluir visitas. Os resultados dessas avaliaes sero decisivos para a continuidade do apoio da FAPESP.

a) Se o Centro no for aprovado na avaliao do 2 ano, ter mais 6 meses de apoio, em valores reduzidos, para sua desativao.

b) Se o Centro for aprovado na avaliao do 4 ano, poder ter seu apoio renovado para mais 6 anos, caso FAPESP e KOPPERT decidam continuar com o apoio.

c) Se o Centro no for aprovado na avaliao do 4 ano ou em qualquer uma das avaliaes subsequentes, ou se o Comit Gestor da Cooperao FAPESP-Koppert decidir encerrar o apoio no 4 ano, o Centro ter um ano adicional de apoio, em valores reduzidos, para sua desativao, ou para a busca de novas fontes de financiamento.

d) O prazo mximo para apoio aos Centros de 10 anos.

5.6 Recursos para o programa(volta ao ndice)

A FAPESP e a Koppert reservaro um total deR$ 2 milhes por ano para a implementao do programa e selecionar uma proposta.

6. Apresentao das propostas(volta ao ndice)

Todas as propostas sero submetidas a assessoria internacional e, por essa razo, devero ser apresentadas em INGLS.

Durante o processo de anlise, a assessoria poder consultar os currculos Lattes dos PPs e demais membros da equipe cientfica, portanto, recomenda-se fortemente que sejam atualizados no Sistema Lattes.

A proposta dever ser encaminhada pelo Pesquisador Responsvel (o potencial Diretor do Centro), com o endosso dos dirigentes institucionais apropriados (por exemplo, numa Universidade Estadual, deve haver endosso pelo Diretor da Unidade, pelo Pr-reitor de Pesquisa e pelo Reitor) e dos Pesquisadores Principais elencados. A participao dos Pesquisadores Principais dever ser confirmada eletronicamente atravs do SAGE.

A proposta de pesquisa dever conter todos os documentos indicados na plataforma Sage, que incluem:

1) Projeto contendo:

Identificao em Folha de Rosto

Pesquisador Responsvel, nome do Centro, nome da Instituio Sede principal e associadas, nomes e vinculaes dos Coordenadores propostos para Educao e Difuso do Conhecimento e para Transferncia de Tecnologia.

Abstract (15 linhas)

Resumo da proposta.

Sumrio (at duas pginas)

a) descrio do Centro e de suas caractersticas especficas;

b) misso do Centro: definindo o foco das atividades de pesquisa e, quando for o caso, sua articulao multidisciplinar;

c) atividades previstas de Transferncia de Tecnologia e Educao e Difuso do Conhecimento;

d) justificativa para a criao do Centro;

e) descrio sinttica da contrapartida institucional.

Plano de Pesquisa e defesa de sua relevncia cientfica (at 20 pginas, inclusive referncias bibliogrficas)

O Plano de Pesquisa o ncleo fundador da Proposta do Centro. Deve descrever os desafios cientficos e tecnolgicos a serem enfrentados, bem como os meios, mtodos e materiais necessrios para isso. Deve relacionar as atividades propostas com o estado da arte na rea. Espera-se um Plano de Pesquisa ousado, original e fortemente competitivo nacional e internacionalmente. Deve ser demonstrado como a estratgia escolhida vai impactar a rea de pesquisa de forma significativa.

O Plano de Pesquisa deve articular a viso para o Centro delineando os macro-desafios cientficos que sero enfrentados e/ou as descobertas cientficas procuradas. O Plano precisa justificar especificamente, em termos da complexidade dos problemas e/ou de sua escala e potencial da relevncia cientfica, o apoio especial que oferecido e o prazo potencial de 10 anos.

Os objetivos cientficos do Centro e as atividades de pesquisa devero ser descritos de maneira suficientemente detalhada para permitir a avaliao de seu mrito, bem como da necessidade de um Centro para sua realizao.

O Plano de Pesquisa deve tambm mostrar como a integrao com Educao e Difuso do Conhecimento e a Transferncia de Tecnologia vo contribuir para que o avano da pesquisa.

O Plano de Pesquisa deve tambm incluir alguns exemplos especficos de linhas de pesquisa com detalhe suficiente para permitir anlise pelos assessores consultados.

2) Justificativa para o Centro (at trs pginas): A existncia do Centro dever ser justificada em funo da natureza, importncia e viabilidade das atividades a serem desenvolvidas. Ela dever ser fundamentada por cada uma das seguintes razes:

a) complexidade dos problemas a serem pesquisados;

b) escala e durao das atividades de pesquisa a serem realizadas;

c) carter multidisciplinar das pesquisas planejadas;

d) necessidade de interao contnua entre os membros da Equipe.

3) Plano para Educao e Difuso do Conhecimento (EDC) (at cinco pginas, inclusive referncias bibliogrficas). As atividades do Centro devero incluir a formao de recursos humanos em todos os nveis e a Educao e Difuso do Conhecimento. Alm de se integrar nos programas usuais de iniciao cientfica e de ps-graduao, cumpre tambm aos Centros realizar atividades de extenso na rea de educao bsica, tais como atividades para alunos e professores de segundo grau, treinamento de professores, cursos de difuso cientfica e programas de educao continuada. A experincia anterior dos participantes neste tipo de atividade deve ser descrita sucintamente, enfatizando-se os resultados documentados. Espera-se que as Propostas contribuam para a Educao e Difuso do Conhecimento e para a melhoria do ensino de cincias em todos os nveis, como programas de iniciao para docentes e alunos, projetos em parceria com escolas, atividades de Educao e Difuso do Conhecimento cientfico e tecnolgico, gerao de tcnicas e veculos que propiciem essa difuso etc. A equipe do projeto dever incluir um Coordenador responsvel por essas atividades e um Gestor contratado pela Instituio Sede.

4) Plano para Transferncia de Tecnologia (TT) (at cinco pginas inclusive referncias bibliogrficas). As atividades de pesquisa do Centro devem ter alto potencial de intercmbio com outras instituies de pesquisa e de transferncia de conhecimento ao setor produtivo e ao governo. A proposta para Transferncia de Tecnologia deve descrever como o Centro vai desenvolver e implementar estas atividades. A experincia anterior dos participantes neste tipo de atividade deve ser descrita sucintamente, enfatizando-se os resultados documentados (projetos, publicaes em co-autoria, patentes licenciadas ou em co-titularidade, absoro de estudantes formados por empresas colaboradoras etc.). Dever ser descrito o plano e demonstrada a viabilidade das atividades de transferncia de tecnologia por meio de projetos em parceria, incubao de empresas, programas de educao continuada e outras atividades. A Equipe do Projeto dever incluir um Coordenador responsvel por essas atividades e um Gestor contratado pela Instituio Sede.

5) Plano Gerencial e Estrutura Organizacional para a operao do Centro incluindo:

a) Plano Gerencial e Estrutura (at trs pginas): O Centro dever dispor de estrutura organizacional e plano gerencial adequados complexidade e diversidade de seus objetivos. O organograma dever incluir os Coordenadores responsveis pelas atividades educacionais e de difuso de conhecimento e o Coordenador das atividades de transferncia de tecnologia alm de outras que os proponentes considerem necessrias. O Plano Gerencial deve mostrar tambm como o Centro estar situado na estrutura institucional que o sediar. O Plano Gerencial deve explicitar o modelo de gesto das atividades e os mecanismos de colaborao. Em termos de reunies de equipe, deve-se contemplar pelo menos uma Reunio Anual onde sejam apresentados e discutidos os resultados e/ou projetos e/ou planos para o prximo perodo, alm das reunies regulares e frequentes de equipe. Na Reunio Anual, requer-se a presena dos membros do Conselho Consultivo e de todos os Pesquisadores e Estudantes do Centro. Um observador da FAPESP dever ser convidado com antecedncia razovel.

b) Comit Executivo (CE) (uma pgina): deve ser composto, pelo menos, pelo Pesquisador Responsvel pela proposta (Diretor do Centro), pelo Vice-Diretor e pelos Coordenadores de Transferncia de Tecnologia e de Educao e Difuso do Conhecimento. Pode haver outros membros se isso for considerado necessrio pelos proponentes. O CE deve supervisionar toda a operao do dia-a-dia do Centro e deve ser assistido por equipe de apoio adequada vinculada Instituio Sede.

c) Proposta para composio do Conselho Consultivo Internacional (CCI) (at duas pginas): Nomes sugeridos, sua justificativa e modo de operao do CCI. A FAPESP espera do CCI a funo principal de acompanhar o funcionamento do Centro e orientar a Equipe quanto a oportunidades e pesquisa, direes novas a tomar e aumento da competitividade internacional da cincia criada pelo Centro. Os membros devem ser ao mesmo tempo pesquisadores muito bem reconhecidos por sua excelncia internacional e ao mesmo tempo pessoas de fcil acesso ao Diretor e Coordenadores do Centro.

6) Equipe: deve ser preenchido na plataforma Sage e deve indicar os Membros da Equipe, incluindo pesquisadores (incluindo ps-doutores com bolsas), tcnicos, pessoal administrativo de apoio e estudantes. Deve ser includa a descrio das responsabilidades de cada um dos Pesquisadores Principais no Plano de Pesquisa. Espera-se que o Centro tenha uma Equipe com distribuio balanceada entre Pesquisadores Principais, Pesquisadores Associados, Pesquisadores Visitantes, Ps-doutores e estudantes e o apoio tcnico e administrativo correspondente. Alm do Diretor e do Vice-Diretor do Centro, a Proposta dever apresentar:

a) O Coordenador responsvel pelas atividades de Educao e Difuso do Conhecimento;

b) O Coordenador responsvel pelas atividades de Transferncia de Tecnologia;

c) A equipe de pesquisadores responsveis pela execuo dos projetos de pesquisa a serem desenvolvidos;

d) Para cada membro da equipe cientfica (Pesquisador Responsvel - Diretor, Vice-Diretor, Coordenadores de TT e EDC, Pesquisadores Principais e Associados) a proposta dever incluir a Smula Curricular.

7) Descrio da infraestrura disponvel para a execuo do projeto;

8) Detalhamento de outros apoios existentes e previstos (incluindo apoios j contratados e outros em perspectiva;

9) Detalhamento do apoio institucional e seus custos: Descrio do apoio institucional oferecido pela(s) Instituio(es) Sede, incluindo informaes detalhadas sobre os custos de cada item do apoio. A carta de apoio institucional deve ser assinada pelo Pr-Reitor de Pesquisa da Instituio;

10) Oramento consolidado por rubrica e por fontes de financiamento: Deve incluir todas as Fontes de recursos a que o Centro ter acesso discriminando os Usos (planilha de Fontes e Usos) dos recursos em termos de grandes rubricas (Pessoal Cientfico, Pessoal Tcnico, Pessoal Administrativo, Estudantes, Equipamentos e Material Permanente, Material de Consumo, Servios de Terceiros);

11) Oramento detalhado da empresa;

12) Planos de atividade das bolsas solicitadas;

13) Oramentos dos fornecedores/representantes autorizados para material permanente que supere o valor de dez salrios mnimos.

7. Avaliao das Propostas(volta ao ndice)

As Propostas sero avaliadas competitivamente, levando-se em conta o grau de atendimento a cada uma das condies enumeradas nas sees 0 e 0 desta Chamada de Propostas.

O processo de avaliao poder incluir, a critrio do Comit Gestor da Cooperao FAPESP-KOPPERT, entrevistas com o Pesquisador Proponente, sua Equipe e dirigentes da Instituio Sede, e visitas s sedes dos Centros.

Ao final do processo da avaliao a FAPESP e a Koppert podero recomendar a fuso de propostas.

7.1 Avaliao(volta ao ndice)

1) MRITO CIENTFICO. Ousadia da Proposta referenciada pela anlise do estado da arte internacional da rea. O Projeto deve ser estratgico e apresentar objetivos atingveis e mensurveis a serem alcanados durante a vigncia do Programa. essencial a formulao de cronogramas realistas e detalhados para os primeiros trs anos do Projeto. O plano de pesquisa deve permitir avaliar a potencialidade da criao de um Centro que se possa tornar uma referncia de Classe Mundial na rea de atuao. Um dos elementos importantes do plano deve ser a estratgia para efetiva cooperao internacional.

2) FOCO. Um foco cientfico/tecnolgico comum, articulador das atividades de pesquisa a serem desenvolvidas, mandatrio. Para isso, importante que seja explcita a Misso do centro, em torno da qual devem ser articuladas suas atividades.

3) JUSTIFICATIVA PARA A CRIAO DO CPE. A proposta dever explicitar a necessidade da criao de um CPE. Este Programa no simplesmente um mecanismo de financiamento, mas pretende contribuir para construo de um Centro de classe mundial capaz de criar cincia na fronteira, transferir e difundir conhecimento.

4) QUALIFICAES DO DIRETOR. O Diretor do Centro dever ser pesquisador com slido histrico de realizaes cientficas competitivas internacionalmente na rea de atuao do Centro, devendo tambm dispor de capacidade de liderana e capacidade gerencial para o desenvolvimento de projetos de grande porte.

5) QUALIFICAES DOS PESQUISADORES PRINCIPAIS. essencial que o Diretor possua perfil acadmico compatvel com os propsitos do Plano e que os Pesquisadores Principais tenham o potencial de virem a ocupar a posio de Diretor.

6) QUALIFICAES DO COORDENADOR DE TRANSFERNCIA DE TECNOLOGIA. Experincia em pesquisa e em Gesto e Transferncia de Tecnologia.

7) QUALIFICAES DO COORDENADOR DE EDUCAO E DIFUSO DE CONHECIMENTO. Experincia em pesquisa e no desenvolvimento de projetos na rea de Educao e Difuso de Conhecimento.

8) ADEQUAO DA EQUIPE CIENTFICA. Qualificao, dimenso, histrico acadmico recente, balanceamento entre sniores e jniores, participao de lideranas emergentes, envolvimento de ps-doutores bolsistas nas atividades recentes de pesquisa dos Pesquisadores Principais. Espera-se que a Equipe tenha composio balanceada entre Pesquisadores Principais, Pesquisadores Associados, Pesquisadores Visitantes, Ps-doutores, estudantes de ps-graduao e de graduao e pessoal tcnico de apoio, apoiada por servios administrativos e de gesto de excelente qualidade.

9) COMPROMISSO INSTITUCIONAL COM A CRIAO DO CPE. A qualidade e quantidade da contrapartida institucional, incluindo o espao fsico a ser usado pelo Centro e o apoio administrativo e para gesto, precisam ser compatveis com a ousadia dos objetivos da proposta.

10) PROPOSTA DE TRANSFERNCIA DE TECNOLOGIA. A transferncia de conhecimentos para o setor produtivo e para o setor pblico ou para o terceiro setor, podendo variar de intensidade em funo do foco do Projeto, deve levar ao fortalecimento do vnculo das instituies de pesquisa com o ambiente externo e contribuir para trazer para as instituies novos desafios em pesquisa e para garantir a maximizao dos benefcios sociais criados pela pesquisa realizada.

11) PROPOSTA DE EDUCAO E DIFUSO DE CONHECIMENTO. Mecanismos de difuso e educao que consolidem processos existentes ou proponham inovaes radicais com potencial de melhorar o ensino e a percepo cientfica da sociedade.

12) ADEQUAO DO ORAMENTO TOTAL ESTIMADO. Fontes e usos; balanceamento entre custos de pessoal e custeio e os custos dos equipamentos; adequao aos objetivos; uso efetivo e apropriado de infraestruturas multiusurio existentes; acesso a outras fontes confirmadas ou prospectivas; apoio institucional.

13) PLANO GERENCIAL

14) COMPOSIO DO COMIT CONSULTIVO INTERNACIONAL

8. Cronograma(volta ao ndice)

Lanamento da Chamada

06/11/2017

Prazo para apresentao de propostas

19/02/2018

Divulgao das Propostas selecionadas

25/06/2018

9. Para informaes adicionais(volta ao ndice)

Patricia Tedeschi - E-mail: chamada_koppert@fapesp.br

10. Contratao da proposta selecionada(volta ao ndice)

Os compromissos entre a FAPESP, a Koppert e as Instituies Sede sero determinados atravs de convnio no qual sero definidos:

a. Cronograma de desembolsos financeiros e apresentao de relatrio sobre os valores desembolsados;

b. Definio e cronograma de resultados esperados em cada etapa do projeto;

c. Clusula de propriedade intelectual, confidencialidade e eventual explorao dos resultados dos projetos;

d. Prazo de execuo;

e. Foro.

Anexo I: Itens financiveis pela FAPESP(volta ao ndice)

O oramento do projeto de pesquisa apresentado FAPESP dever ser detalhado e cada item justificado especificamente em termos dos objetivos dos planos propostos. Recomenda-se a leitura do Manual de Prestao de Contas: www.fapesp.br/5835.

No so financiveis salrios de qualquer natureza, servios de terceiros que no de natureza tcnica e eventual, obras civis, aquisio de publicaes, viagens (exceto para pesquisa de campo e apresentao de trabalhos em conferncias cientficas), materiais e servios administrativos.

Os itens financiveis incluem os componentes descritos a seguir.

1. Custeio do projeto de pesquisa(volta ao ndice)

a) Material permanente adquirido no pas e importado;

b) Material de consumo adquirido no pas e importado;

c) Servios de Terceiros adquirido no pas e fora;

d) Despesas de Transporte e Dirias para atividades diretamente ligadas realizao da pesquisa proposta, inclusive para vinda de Pesquisadores Visitantes;

e) Bolsas: podero ser solicitadas Bolsas Concedidas como item Oramentrio (BCO) nas seguintes modalidades e conforme as normas da FAPESP: Ps-Doutorado (PD), Doutorado (DR), Doutorado Direto (DD), Mestrado (MS), Iniciao Cientfica (IC), Jornalismo Cientfico (JC) , Ensino Pblico (EP) e Treinamento Tcnico (TT);

e.1) O orientador/supervisor de cada bolsista dever ser o Pesquisador Responsvel ou um dos Pesquisadores Principais.

e.2) Para cada bolsa solicitada, dever ser apresentado, com a proposta inicial, um Plano de Atividades com at duas pginas, incluindo Ttulo do Projeto de Bolsa, Resumo e Descrio do Plano (suficiente para permitir a anlise pela assessoria).

e.3) O plano para cada bolsa precisa ser consistente com a proposta de pesquisa e deve, nesta, ser referenciado de tal forma que seja possvel assessoria perceber a conexo e a importncia para o projeto proposto.

e.4) O nome do bolsista no deve ser indicado na proposta. Caso o projeto seja aprovado com esse item, o Pesquisador Responsvel pelo Auxlio (Diretor do Centro) dever providenciar processo seletivo, anunciado publicamente, para selecionar os bolsistas por mrito acadmico.

e.5) As normas para concesso de Bolsas como item oramentrio (BCO) esto disponveis em www.fapesp.br/2615.

e.5.i. Os candidatos a Bolsa de Iniciao Cientfica j devem ter concludo um nmero suficiente de disciplinas relevantes para o desenvolvimento do projeto de pesquisa e com bom aproveitamento.

e.5.ii. Os candidatos s Bolsas de Doutorado, Doutorado Direto e de Mestrado devem ter sido aceitos no programa de ps-graduao da Instituio Sede do projeto.

e.5.iii. No caso de Bolsas de Ps-Doutorado concedidas como item do oramento do projeto, o processo seletivo deve obrigatoriamente ser internacional e dever ser documentado no momento da concesso de cada Bolsa.

e.5.iv. Caso no sejam apresentados, no momento da indicao do bolsista de Ps-Doutorado, os documentos que comprovem a realizao de processo seletivo pblico e internacional, a bolsa no ser implementada pela FAPESP.

e.6) As Bolsas de IC, MS, DR, DD e de PD podero tambm ser solicitadas separadamente, como Solicitaes Complementares, conforme descrio no item 4 a seguir, vinculadas a Projetos do Centro em propostas especficas, seguindo os procedimentos tradicionais dos Programas de Bolsas da FAPESP.

2. Reserva Tcnica(volta ao ndice)

a) Para o CPE, a Reserva Tcnica composta de trs parcelas:

a.1) Benefcios Complementares;

a.2) Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto (15%);

a.3) Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa (10%).

b) As normas detalhadas para o uso da Reserva Tcnica esto disponveis em www.fapesp.br/rt.

3. Auxlio para infraestrutura de pesquisa(volta ao ndice)

a) Na solicitao inicial ou por ocasio da apresentao do segundo relatrio cientfico, o Pesquisador Responsvel poder solicitar recursos para pequenas reformas, visando garantir a infraestrutura necessria ao desenvolvimento do projeto. So proibidas novas construes. Tal solicitao deve ser detalhadamente justificada e estar associada a aporte de contrapartida relevante pela Instituio Sede.

4. Solicitaes complementares(volta ao ndice)

Espera-se que os itens necessrios ao desenvolvimento do projeto sejam solicitados na proposta, mas excepcionalmente, a FAPESP poder receber solicitaes adicionais associadas a este.

Solicitaes Complementares so aquelas associadas aos objetivos do CPE vigente e cuja tramitao ou tratamento sofre alguma modificao em consequncia dessa condio. Processos que tramitem como solicitaes complementares a CPEs so chamados de “Processos Vinculados”. O conceito aplica-se a solicitaes de Auxlio Pesquisa – Pesquisador Visitante, Auxlio Pesquisa – Publicao e a solicitaes de Bolsas no Pas – Regular e Bolsa Pesquisa no Exterior – Regular.

a) As Solicitaes Complementares devem ter vigncia compatvel com aquela do CPE a que se vinculam, no podendo, em nenhum caso, exceder o prazo de vigncia desse.

a.1) Para Auxlios Pesquisa Pesquisador Visitante, a durao da estada deve ser contida na durao do Auxlio Pesquisa a que se vincula.

a.2) Para Bolsas, a data de incio deve ser tal que haja sobreposio adequada entre a vigncia da concesso inicial da bolsa e a vigncia remanescente do Auxlio ao qual se vincula. A adequao da vinculao ser analisada pela Diretoria Cientfica considerando itens como a natureza do plano de trabalho e a vigncia do Auxlio em relao vigncia da bolsa.

a.2.i. Caso a sobreposio no seja considerada adequada, a solicitao de Bolsa ser analisada, mas no ser qualificada como Solicitao Complementar.

b) As Solicitaes Complementares devero, necessariamente, ser endossadas pelo Pesquisador Responsvel pelo CPE a que se vinculem.

c) Solicitaes submetidas FAPESP como “Solicitaes Complementares” – e que no se enquadrem na definio acima – sero recebidas, mas tramitaro como solicitaes independentes e no vinculadas.

d) As Solicitaes Complementares de Auxlio Pesquisa nas modalidades Pesquisador Visitante e Auxlio Publicao associadas a CPE podero ser dispensadas de envio assessoria externa, sendo analisadas no mbito das Coordenaes de rea e/ou Adjunta.

e) As Solicitaes Complementares de Bolsas de Mestrado, Doutorado, Doutorado Direto, Ps-Doutorado vinculadas a CPE sero consideradas prioritrias nas respectivas sesses de anlise comparativa, desde que estejam em igualdade de condies, nos quesitos acadmicos, com as demais propostas em anlise.

f) Para solicitaes Complementares de Bolsas de Ps-Doutorado, h tratamento diferenciado quanto durao da bolsa.

g) As Solicitaes Complementares devero ser feitas individualmente, por meio dos formulrios apropriados e acompanhadas da documentao pertinente, como descrito no respectivo manual. Devero, ainda, vir acompanhadas do sumrio do CPE, pea indispensvel para a anlise da atividade proposta no contexto do projeto, dando destaque para o fato de ser uma solicitao complementar ao CPE, citando o nmero do processo.

g.1) Tais solicitaes sero novos processos na FAPESP, com relatrios e prestao de contas prprios. Os recursos concedidos no sero subtrados da verba do CPE.

5. Aplicao dos recursos da Koppert(volta ao ndice)

Alm dos itens normalmente elencados nas sees 1,2,3 e 4 do Anexo I, os recursos da Koppert podero ser utilizados para pagamento da contratao, pelo prazo do projeto, de pesquisadores ou tcnicos de apoio necessrios aos trabalhos de pesquisa associados ao projeto; e para complementao salarial dos professores ou pesquisadores contratados pelas instituies de Ensino Superior e/ou de Pesquisa, participantes do projeto. Os recursos alocados pela Koppert devero obrigatoriamente ser investidos nas instituies de Ensino Superior e/ou de Pesquisa participantes do projeto.

Anexo II - Instrues especficas sobre o uso do SAGe(volta ao ndice)

As propostas devem ser submetidas por via eletrnica utilizando os Sistema de Apoio a Gesto (SAGe) da FAPESP disponvel no endereo: www.fapesp.br/sage.

Propostas apresentadas por quaisquer outros meios no sero aceitas.

1. necessrio que o Pesquisador Responsvel pela proposta seja cadastrado no sistema SAGe:

(i) Pesquisadores que no possuem cadastro no SAGe devem inicialmente realiza-lo acessando a pgina do SAGe no endereo www.fapesp.br/sage, clicar em Sem cadastro? e preencher os dados solicitados. No basta apenas cadastrar-se como usurio, necessrio completar os dados cadastrais;

(ii) Pesquisadores do Estado de So Paulo, j cadastrados, devem realizar o login no SAGe com identificao e senha usuais para acessar a pgina inicial do sistema.

2. Na pgina inicial, selecionar, dentre as opes do menu “Acesso Rpido – Atividades do Pesquisador”, o link Nova Proposta Inicial.

3. O sistema disponibilizar na pgina seguinte o menu “Incluir Proposta – Selecionar Linha de Fomento”, selecionar o link Koppert-CPE / Chamada de Propostas (2017) em Chamadas Vigentes.

4. A partir da incluir os dados solicitados em todas as abas, inclusive a lista de documentos a serem anexados.

5. Na aba Documentos observa-se que alguns documentos so essenciais para anlise. A ausncia ou inadequao de qualquer um destes documentos levar a no habilitao da proposta.

6. Outros documentos, se julgar necessrio, podero ser anexados em: “Outros documentos anexados na proposta atual”.

7. Ateno para a obrigatoriedade de preenchimento de todos itens marcados com “ * “. necessrio submeter o projeto ao final do preenchimento. Projeto salvo no significa projeto submetido.

8. No caso de dvidas, na pgina inicial do SAGe pode ser usado o link Manuais e, na pgina Manuais, buscar esclarecimentos na lista Manuais de Apoio aos Pesquisadores.

Verso para impresso | URL: fapesp.br/11377